rascunhe

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Eu adoro essa sua carinha de felicidade que não cabe no peito quando nos encontramos depois de tanto tempo longe. E daquele abraço aconchegante do qual não quero me distanciar jamais. E até mesmo quando chego e você ainda está dormindo, e te acordo puta da vida porque não foi me receber. Posso até mesmo confessar que acho graça (graça, não que eu adore) quando você faz aquelas brincadeiras de ficar me olhando o tempo todo, sabendo que eu odeio isso. E o melhor disso tudo, é que você me pediu em namoro mesmo sabendo de todas as barreiras que iríamos enfrentar. Distância. Saudade. Brigas. Ah, essa semana eu vou praí, na semana que vem você vai pra minha casa, pode ser? Xii, vou ter que ficar por causa das provas. A gente se vê semana que vem? Se eu pegar o ônibus aqui as dez horas consigo chegar aí às duas. E mesmo você sendo um chato, eu aceitaria o seu pedido de novo, e de novo, e de novo. Me apaixonaria de novo, te seguiria no twitter de novo, pediria seu msn de novo, esperaria você mudar o status do facebook primeiro, e faria aquelas baboseiras de colocar cartinha de amor dentro do ovo, na porta do seu guarda-roupa, debaixo do seu travesseiro. Só pra ver de novo essa sua carinha de felicidade quando nos encontramos.

Um comentário:

Lívia Mattos disse...

Que fofo! Espero conseguir viver assim tbm >.<