quarta-feira, 7 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Você me perdoa?
Me perdoa por eu não ser mais aquela que fui ano passado? Me perdoa pelas minhas notas? Me perdoa pelos meus erros? Me perdoa por estar longe? Me perdoa por me afastar dos meus amigos? Me perdoa por chorar sem motivo? Me perdoa por fingir? Me perdoa por não querer mais isso tudo? Me perdoa por querer fugir? Me perdoa por eu estar tão cansada? Me perdoa pelos meus sorrisos que se tornam cada vez mais falsos? Me perdoa por causa de minhas dores que tiram toda a minha concentração? Me perdoa pelos olhos pesados, que insistem em se fechar, pela minha cabeça que vive girando, pela minha tpm que custa a passar? Me perdoa por estragar aquilo que construiu pra mim? Me perdoa por não sentir mais nada? Me perdoa?
Sim, eu estive em Júpiter,
E eu caí pelo ar, eu costumava viver fora na lua mas agora eu estou de volta a terra, por que você está aqui? Você está ouvindo? Você pode ouvir o que eu estou dizendo? Eu não estou aqui, eu não estou ouvindo, eu estou na minha cabeça e estou girando. Esse é quem você é? Um doce violento impulso, um homem fraco caído, com a promessa de um final? Todas as pessoas bonitas morreram, a inocência esta fora de estilo, todas as preocupações devem ir embora, agora não tem nada sobrando pra mim.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
Você faz eletrônica, é?
sexta-feira, 2 de abril de 2010
The Sound Of Midnight
Em noite de lua cheia ouvem-se gritos dentro do cemitério. Um casal que por ali passava resolveu entrar cautelosamente. Eles não sabiam, mas o que muita gente teme e com razão devem temer, é o que perambula pelas ruas em diversos lugares nas belas noites de lua cheia, não é uma visão ou uma alucinação, tenham cuidado, pois o mal toma as mais doces e inocentes formas.
O local era extremamente assombroso, túmulos que pareciam se mover, e logo a frente em uma espécie de altar, se encontrava crânios humanos e velas grandes acesas.
A menina queria sair, mas seu namorado a assegurou que iria protegê-la, que aquilo só era alguns vândalos que todas as noites passavam por ali para colocar medo nos outros. Eles passavam e analisavam tudo que ali havia, sempre com muito cuidado para não tirar nada do lugar.
Ao ouvirem o som das dozes baladas indicando meia-noite, tudo fez-se silêncio, até mesmo o som do vento. Estrelas cadentes começaram a surgir no céu, uma atrás da outra, sempre em sincronia de espaço e tempo. Uma coruja pia, e a garota, assustada, grita e sai correndo, perdendo-se de seu amado. Um lobo uiva, e aparece para o garoto. Indefeso, tenta subir em uma árvore em vão, pois é muito alta, enquanto o lobo o seguia calmamente, como se esperasse e se deliciasse daquele momento.
Ouvindo as batidas aceleradas, o lobo senta-se defronte ao garoto, observando-o, parecia que estava pensando algo, mas nem um ato de raiva surgiu naquele momento. Num raio de segundos, o lobo parecia o animal mais manso que o menino havia visto, e acabou se acalmando, sentando-se perto a árvore. O animal chegou mais perto e deitou ao seu lado, pedindo-lhe carinho e atenção, parecia maravilhar-se com os cafunés recebidos. Adormeceram.
Quando o sol raiou sobre o corpo do menino, ele abriu os olhos e, olhando para o lado, viu a forma de uma mulher despida, tão bonita quanto sua namorada, e muito mais sedutora. Ela abriu os olhos e percebendo que estava nua, encolheu-se de vergonha, e ele, ainda não entendendo como aquela moça havia chegado ali – alías, tinha, pois pensou que ela seria o lobo da noite anterior, expulsando esses pensamentos – tirou sua camisa e entregou para ela se vestir. Ela se levantou, agradeceu e saiu andando. O garoto, ainda desnorteado com a beleza da mulher, a chamou e os dois ficaram ali, conversando até anoitecer.
Com o decorrer do anoitecer, a menina começou a ficar cada vez mais bonita aos olhos do garoto e, como dois adolescentes à flor da pele, deixaram-se levar pelo amor e tentação que os rodeava. À meia-noite, ouvem-se gritos dentro do cemitério, um casal, que por ali passava, resolveu entrar. Um lobo, atrás de uma árvore, os observava, com sua boca coberta de sangue.
O local era extremamente assombroso, túmulos que pareciam se mover, e logo a frente em uma espécie de altar, se encontrava crânios humanos e velas grandes acesas.
A menina queria sair, mas seu namorado a assegurou que iria protegê-la, que aquilo só era alguns vândalos que todas as noites passavam por ali para colocar medo nos outros. Eles passavam e analisavam tudo que ali havia, sempre com muito cuidado para não tirar nada do lugar.
Ao ouvirem o som das dozes baladas indicando meia-noite, tudo fez-se silêncio, até mesmo o som do vento. Estrelas cadentes começaram a surgir no céu, uma atrás da outra, sempre em sincronia de espaço e tempo. Uma coruja pia, e a garota, assustada, grita e sai correndo, perdendo-se de seu amado. Um lobo uiva, e aparece para o garoto. Indefeso, tenta subir em uma árvore em vão, pois é muito alta, enquanto o lobo o seguia calmamente, como se esperasse e se deliciasse daquele momento.
Ouvindo as batidas aceleradas, o lobo senta-se defronte ao garoto, observando-o, parecia que estava pensando algo, mas nem um ato de raiva surgiu naquele momento. Num raio de segundos, o lobo parecia o animal mais manso que o menino havia visto, e acabou se acalmando, sentando-se perto a árvore. O animal chegou mais perto e deitou ao seu lado, pedindo-lhe carinho e atenção, parecia maravilhar-se com os cafunés recebidos. Adormeceram.
Quando o sol raiou sobre o corpo do menino, ele abriu os olhos e, olhando para o lado, viu a forma de uma mulher despida, tão bonita quanto sua namorada, e muito mais sedutora. Ela abriu os olhos e percebendo que estava nua, encolheu-se de vergonha, e ele, ainda não entendendo como aquela moça havia chegado ali – alías, tinha, pois pensou que ela seria o lobo da noite anterior, expulsando esses pensamentos – tirou sua camisa e entregou para ela se vestir. Ela se levantou, agradeceu e saiu andando. O garoto, ainda desnorteado com a beleza da mulher, a chamou e os dois ficaram ali, conversando até anoitecer.
Com o decorrer do anoitecer, a menina começou a ficar cada vez mais bonita aos olhos do garoto e, como dois adolescentes à flor da pele, deixaram-se levar pelo amor e tentação que os rodeava. À meia-noite, ouvem-se gritos dentro do cemitério, um casal, que por ali passava, resolveu entrar. Um lobo, atrás de uma árvore, os observava, com sua boca coberta de sangue.
Vontade,
De chorar, de gritar, de sair correndo, de ir a rua, de ficar em casa, de ficar rodeada de amigos, de ficar sozinha, de dormir, de ficar acordadade até tarde, de estudar, de vagabundar, de bater em todo mundo, de rasgar e queimar todas as minhas roupas, de pegar aquele maldito ferro de solda e estanhar meu braço, de arrancar meus cabelos. Maldita tpm.
domingo, 28 de março de 2010
Foi lindo,
A festa estava linda e animada, conversei com gente da escola que só conhecia de vista, dancei, fui intimada (HAUUHAUHAUHAUHA) e tinha uma pequena decepção (fato.), enfim, valeu a pena. Bruna, parabéns, minha menina (L)
sábado, 27 de março de 2010
Outra vez,
agarro meus sonhos e deixo o vento te trazer, todo o frio vazio que sinto e sofro, nunca te esquecer.
sexta-feira, 26 de março de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
A Famosa TPM,
Que atinge 75% das mulheres.
Definição: A tensão pré-menstrual (conhecida pela sigla TPM) é uma síndrome que atinge as mulheres e que ocorre, em maior ou menor grau, nos dias que antecedem a menstruação. Ela se caracteriza por uma irritabilidade e ansiedade mais acentuadas, bem como manifestações físicas, como por exemplo dor nas mamas, distensão abdominal e cefaléia.
Definição: A tensão pré-menstrual (conhecida pela sigla TPM) é uma síndrome que atinge as mulheres e que ocorre, em maior ou menor grau, nos dias que antecedem a menstruação. Ela se caracteriza por uma irritabilidade e ansiedade mais acentuadas, bem como manifestações físicas, como por exemplo dor nas mamas, distensão abdominal e cefaléia.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Mulheres,
Mudar o cabelo, mudar os óculos, mudar o estilo musical, o jeito de se vestir, o jeito de ser. É imprressionante como sempre estamos mudando, mesmo nos mínimos detalhes. E também é impressionante como as pessoas em nossa voltam notam essa diferença, quando você está feliz, quando está maquiada, quando pintou o cabelo ou fez as unhas. Quando estamos e nos sentimos bonitas, é impossível passar desperbidas, sempre está nos olhares, nos comentários, nos sorrisos... Ao passar um batom ou um lápis, como nos muda! Não somos bonitas aos olhos de um, mas de muitos, e isso nos fazem ter auto estima lá em cima, não é verdade? Enfim, digo que nós mulheres, somos fantásticas, e lindas, sem excessão! Somos lindas por sermos como somos, vaidosas como somos e pelos sacríficios que fazemos para escutarmos um "como você está bonita". Posso dizer que hoje fui muito elogiada, pois eu me senti realmente vaidosa, cortei, pintei e escovei o cabelo, fiz as unhas e fui maquiada para a escola, confesso que me senti a "tal" (AUHIHUIAHA). E eu, como todas as mulheres, que sempre fizemos de tudo para atrair o olhar de alguém, ou até mesmo aquele chavequinho de última (mas vai dizer que você não se acha bonita, quando alguém te chaveca?). Feliz Dia da Mulher, para TODAS as mulheres que, como eu, sempre dá um jeitinho aqui e ali, para ficar mais bela!
ps: na realidade, eu não iria escrever sobre mulheres, desculpem-me se o texto ficou meio sem nexo, como já disse, o assunto seria outro, mas acabou vindo isso na minha cabeça, e acabei escrevendo, bjs :B
ps: na realidade, eu não iria escrever sobre mulheres, desculpem-me se o texto ficou meio sem nexo, como já disse, o assunto seria outro, mas acabou vindo isso na minha cabeça, e acabei escrevendo, bjs :B
sexta-feira, 5 de março de 2010
Há algo aqui dentro escondido. Algo que não há possibilidade de ver, mas ao fechar os olhos, tudo se enxerga. Algo que se consegue esconder, mas aos olhos de uma criança tudo transparece. Algo forte, mas nada para se levar a loucura. Algo que se sente, algo que vem da gente. Algo que só nós podemos distinguir, algo que só quem passa sente, enxerga, sofre, sorri, esconde. E quem são os outros para julgar? Apenas "ninguéns", pois não há a possibilidade de sentir o que o outro sente, o que o outro vê. São pontos distintos, distantes, únicos. Talvez isso só passe de um momento, talvez isso persiga até enlouquecer a mente empobrecida. A cama chama para um sono profundo, sem nenhum sinal de acordar, apenas para contemplar o calor, conforto e sonhos que ela nos oferece, esquecer do mundo, esquecer dos problemas. Os livros chamam com a finalidade de se deixar mais culto, mais atualizado e inteligente, para que num futuro próximo tudo ocorra bem e da maneira mais fácil possível. O banho nos chama para livrar todos os males que perseguem e levá-los ralo abaixo. Os amigos e os amores chamam para a vida, para o amor, para descobrir como se faz uma união, para demonstrar que não se está só, para ser uma segunda, terceira, quarta família. Algo escondido, algo que não há possibilidade de se ver, algo que dá para se esconder, algo forte, algo que se sente, algo que só nós podemos distinguir. Sentimentos. Sentimentos. Pensamentos. Ilusões. Realidade. Otimismo. Pessimismo. Algo que só nós podemos distinguir.
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