rascunhe

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Eu adoro essa sua carinha de felicidade que não cabe no peito quando nos encontramos depois de tanto tempo longe. E daquele abraço aconchegante do qual não quero me distanciar jamais. E até mesmo quando chego e você ainda está dormindo, e te acordo puta da vida porque não foi me receber. Posso até mesmo confessar que acho graça (graça, não que eu adore) quando você faz aquelas brincadeiras de ficar me olhando o tempo todo, sabendo que eu odeio isso. E o melhor disso tudo, é que você me pediu em namoro mesmo sabendo de todas as barreiras que iríamos enfrentar. Distância. Saudade. Brigas. Ah, essa semana eu vou praí, na semana que vem você vai pra minha casa, pode ser? Xii, vou ter que ficar por causa das provas. A gente se vê semana que vem? Se eu pegar o ônibus aqui as dez horas consigo chegar aí às duas. E mesmo você sendo um chato, eu aceitaria o seu pedido de novo, e de novo, e de novo. Me apaixonaria de novo, te seguiria no twitter de novo, pediria seu msn de novo, esperaria você mudar o status do facebook primeiro, e faria aquelas baboseiras de colocar cartinha de amor dentro do ovo, na porta do seu guarda-roupa, debaixo do seu travesseiro. Só pra ver de novo essa sua carinha de felicidade quando nos encontramos.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

E parece que quando vem uma, vem milhões de palavras em minha mente. Percebi o quanto estou distante quando me aconteceu algo que me corroeu as férias inteiras: perdi meu melhor amigo, meu melhor companheiro. Perdi um pedaço de mim. Perdi um anjinho de quatro patas. Perdi alguém que nunca me pediu algo além de amor, um cafuné a noite, uma água e uma comida. Alguém que nunca me pediu para comprar uma caminha mais confortável ou que eu calasse a boca quando reclamava da minha vida. Alguém que abanava o rabinho por ganhar o meu ursinho de pelúcia mais empoeirado e mais feio da estante, e ainda me agradecia! Alguém com quem passei os três últimos dias de sua vida ao seu lado, acordada, sem conseguir tirar um cochilo, com ele no colo, clamando a Deus para que sua dor passasse, e que se possível o levasse para que não sofresse mais. E foi o que aconteceu, você se foi nos meus braços, debaixo do meu olhar, da minha despedida, da minha aceitação de que você estava sofrendo muito ao ponto de querer desistir. Mas eu sei, eu sei que você estava lutando por mim, por nós, para manter seus olhos abertos, e quando os fechava, abria rapidamente quando eu dizia o seu nome desesperada. E eu sei também, que me senti culpada, por não ter feito mais. Pelo menos foi feliz, e foi muito amado por todos que te conheciam. Meu pequeno Tobinho, por onde você estiver, saiba que você sempre será o melhor cachorro do mundo!

Há muito tempo que não escrevo. Que não digo nada além de apenas coraçõezinhos floridos por aí. E nesse meio tempo venho crescendo, pessoalmente e, digamos que profissionalmente também. Ocorreram tantas oportunidades, tantos altos e baixos que às vezes vejo a pequena necessidade de não escrever mais aqui. Como também vejo a grande vontade de desabafar por aqui. É um pouco que confuso, pois vejo textos que parecem clichê mas textos que fico pensando: "Como consegui pensar nisso para escrever? De onde veio tanta inspiração?". É algo meio aberto. Não sei se farei outro blog para tratar de envolvimentos mais para a faculdade, ou se misturo tudo aqui. Porque é assim que eu sou: uma mistura de choro dentro do riso, de felicidade em meia tragédia, de imensidão em pleno vazio. Venho buscando inspiração, de um jeito de voltar para cá ativamente, mas o cansaço tanto físico como mental tem que bloqueado bastante. Mas é isso aí: vão acabar vindo textos aleatórios, a vontade de criar outro blog, tanto como um de história (é, meu livro acabou ficando um pouco pra trás), como de estudante de engenharia. Só terei uma única certeza: esse blog nunca será excluído, pois ele me ajudou muito a crescer, a pensar, a escrever, a tentar não mudar tanto de assunto no meio do caminho, enfim. Foi bom, e espero que continue um dia.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Coração tão pequenino, tão dolorido, tão triste. É difícil tentar ser você mesmo querendo agradar o outro, nunca é o suficiente, nunca é bom o bastante. Dá vontade de jogar tudo pro alto e se trancar dentro de um quarto escuro e ninguém te encontrar lá. Seria tão mais fácil não existir...

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Eu nunca me senti tão humilhada. Destroçada. Um nada. Geralmente sou eu a culpada por meus sentimentos, eu que me culpo por meus erros. Eu que me machucava. Mas quando alguém te machuca, a dor é mil vezes pior. E é como se você não conseguisse ter um lugar para fugir, todos fazem uma roda ao teu redor e te julgam, e te tacam pedras, e te arranham, sendo que você só queria um pouco de compreensão. Dói mais quando a notícia se espalha a partir de uma pessoa que sempre você a viu como uma heroína na sua vida. Chega a rasgar o coração. Eu cometi erros, eu posso concertá-los, eu posso ser melhor, mas vocês precisam acreditar em mim, precisam ver que se eu errei, eu preciso de incentivo para seguir em frente, e não ser lembrada todas as vezes que eu fiz algo que decepcionei. Agora, eu me sinto perdida, eu me sinto um lixo, diante de tudo que conquistei, sinto como que não tivesse valido a pena, e por causa de um erro tão mesquinho, tão normal. Eu queria tanto ser perfeita pra vocês. Mas me desculpe, não consigo.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

O fim de mais um período está acabando e com ele as minhas forças também. Acho que quando certas coisas caem na real você começa a querer desanimar da vida. Ficar tanto tempo vidrada num caderno, tentando entender algo, e quando consegue vai com tanta convicção para a prova e ao sair dela só sobram cacos no chão. Cacos que machucam, que não parecem que valerão a pena um dia. Meu olhar já não está sendo o mesmo faz um tempo, eu me sinto tão distante, tão paranóica, tão... cansada. Cansada de ter noites mal dormidas, de tentar entender algo que não combina mais comigo, de não conseguir enxergar além. As pessoas estão notando que eu estou perdida. Mas não estou achando o caminho de volta. Socorro!

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Deixa pra lá,

.... E ponha um sorriso no rosto. Esqueça, e tente não pensar mais nisso. Já basta o que você faz, quem quiser que te mande um parabéns pessoalmente. Agradeça àqueles que foram lá, e não àqueles que ficaram sentados e te mandaram mensagens, esses são os que não se importam de verdade. Pare de correr em círculos, em volta de um mesmo lugar ou de uma mesma pessoa. Trace um caminho, mesmo que seja longo e difícil, é melhor do que voltar atrás e sofrer pelo passado. Não deixe de seguir os seus sonhos, pois os verdadeiros não irão desistir de você mesmo que você tenha que se afastar deles por um tempo. Mas deixa pra lá, você nunca conseguirá sair desse ciclo mesmo.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Por favor, tire a minha mão de perto da minha boca, tire esses remédios de perto de mim!

segunda-feira, 27 de maio de 2013


Venha e me dê um beijo. Guarde-me em seu peito enquanto eu estiver longe. Sinta-se seguro quando eu disser que voltarei por sua causa. Beije-me não com os lábios, mas com o coração. Deixe-me deitar no seu ombro quando eu estiver com sono. Abrace-me quando eu ficar com frio e com medo. Deixe que eu te ame e que te mostre que esse não é um namoro adolescente, mas um relacionamento pra vida toda. Que não é só mimos e beijinhos, mas compreensão e amizade. Mostre-me o mundo que eu tentarei melhorá-lo para você. Seja você mesmo, que eu me apaixonarei por você todos os dias.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Ao mesmo tempo você aprende,

Que sacrificar coisas te faz ganhar outras melhores. Que ficar noites sem dormir pra poder estudar é recompensado no final do período. Que brigar consigo mesmo ao sentir que está com preguiça e conseguir vencê-la, é muito bem recompensada. Bem vinda férias.
Se eu pudesse fazer um pedido agora, seria retirar da minha lembrança daquela que você estava caída no chão, morrendo bem na minha frente. Pra ver se assim, eu conseguisse levar uma vida tranquila e não magoasse mais quem eu amo. Queria não ter te visto daquele jeito pra eu não pensar o mesmo pra qualquer um que eu vejo tomando apenas um gole. Queria não ter sentido tanta dor naquele momento pra não ter que sentir dor ao pensar que alguém possa fazer o mesmo, e não poder controlar a minha língua ao falar com alguém sobre esse assunto. Queria que isso não me atormentasse tanto.
E aquele momento que parece que não é você no corpo quando diz algo à alguém?

sexta-feira, 3 de maio de 2013

E com o tempo você vai descobrindo que nem tudo que você planta, você vai colher. Com o tempo você aprende que nada que você faz é o suficiente, mas mesmo assim você tenta dar o seu máximo, por mais que as coisas estejam ruins. Com o tempo você é obrigado a aceitar que tirar uma nota que é predominante pra sua reprovação ou não, ainda não é o fim do mundo. Com o tempo você aprende a não mais chorar ao sair da prova, mas sair com a certeza de que estudará mais para a próxima. Com o tempo você aprende que por mais responsável que seja, você ainda é irresponsável. Com o tempo você aprende a dar mais valor às coisas não-materiais e a perceber o quão bonito é o por do sol. Com o tempo você aprende que o tempo tem que ser um aliado e não um inimigo.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Passaram-se onze meses...

                                         ...E eu ainda sinto borboletas no estômago quando te vejo.
E diga-me, quem estava lá quando eu estava arrancando os meus cabelos e me fez controlar minhas mãos para que eu não me machucasse? Quem estava lá, ouvindo-me quando cada palavra que eu dizia doía em cada parte do corpo? Quem estava lá, quando no meio da noite acordei chorando pois fiquei com medo de algum dia perdê-lo? Quem estava lá, quando alguém estava do outro lado da linha mas não queria falar comigo? E quando eu pensei em largar tudo pro alto, voltar pra casa, chorar até secar e desistir da vida? E quando eu sorri, ao receber uma mensagem no meio da noite dizendo que queria o meu bem? Você. Você estava lá sorrindo para mim de um ponto de ônibus enquanto eu estava a beira das lágrimas e preocupada com a escola. Você estava lá quando eu comecei a chorar e achar que eu nunca seria capaz de alguma coisa grande. E você estava lá quando eu dei alguma mancada, ou quando você deu alguma mancada e nós acabamos ficando bem. É você que sempre esteve lá e é em torno você que eu tenho moldado a minha vida ultimamente. E eu não mereço um obrigado, não mereço pois eu não faço tudo por você por merecer, mas porque o que eu sinto por você vai além do que possam explicar.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Eu sou uma péssima pessoa. Ponto.

segunda-feira, 11 de março de 2013


E algo está acontecendo. Será que eu estou mudando e não estou percebendo ou estou percebendo e não quero aceitar. Não, eu não quero aceitar a pessoa da qual posso me tornar. Estou me sentindo obsessiva demais. Necessitada demais. Triste demais. Eu penso um "ah" e já dá vontade de chorar. Falo o que não queria e depois me arrependo. Magoo as pessoas. O que eu acho é que não estou sendo boa o suficiente. Que estou sendo chata, que estou tentando manipular. E eu não sou assim. Olho no espelho e não consigo enxergar nada. É como se fosse uma muralha prestes a despencar. Eu tenho medo de mudanças. Por céus, o que está acontecendo? Por que dói tanto?

quarta-feira, 6 de março de 2013

Não me arrisco a dizer que sou poeta. Muito menos escritora. As palavras apenas aparecem em minha mente e fazem força para sair. E eu apenas as libero. Porém, ultimamente elas estão com medo de sair. Estão com medo do que pode vir com a ousadia delas. Estão agitadas pois o mundo pode julgá-las. E quem sou eu para julgá-las? Chega um momento em que a gente só precisa de um canto escuro e uma parede gelada para liberar as lágrimas. Lágrimas. É isso. É assim que as palavras estão saindo de dentro de mim. E elas fazem força para sair, como controlá-las? Voltem para a minha mente, por favor!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013


"Me arrisco a dizer que relacionamentos à distância são mais fortes que todos. A saudade aperta, as horas não passam, o telefone parece insuficiente e o coração quase desiste. Mas quando se reencontram é como se nada importasse mais do que aquele momento. É como se todos abraços e beijos do mundo não fossem suficientes. É como se a saudade inundasse no peito e transbordasse em alegria. Ficar juntos é a recompensa por aguentar tanto tempo separados."

Caio Fernando Abreu

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Hey Delilah, estou eu aqui, com um violão em mãos, viajando pelo mundo. Não se preocupe, eu voltarei para que nós possamos ser felizes para sempre. Delilah, eu vou voltar com dinheiro no bolso, pra você não ter que se preocupar com a festa do nosso casamento. Esse violão salvará as nossas vidas. Hey Delilah, aqui em Nova York é tudo tão assustador, mas eu vou lutar por você, porque é por você que eu voltarei para casa. Eu sei que não será fácil para nós dois, que quase não nos veremos, você jura que continuará me amando quando eu voltar? Você jura que, quando estiver triste, vai ouvir minha música no rádio e se lembrar que é a nossa música que eu fiz pra você? E só pra você? Delilah, meu amor é todo seu, e esse violão tocará por e para você. Eu vou voltar pra casa.