sábado, 21 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Era uma vez uma menina. E essa menina tinha sonhos, sonhos grandes, sonhos praticamente impossíveis. Ela sonhava em morar fora, apesar de ainda ser menor de idade, queria viver em outra cidade, sem os pais por perto, para poder aprender ser independente desde pequena. Sonhava em estudar fora também, em uma escola cara, mas não sabia se seus pais poderiam pagar essa escola, mas ela iria fazer de tudo, de estudar até a hora que for, só para conseguir estudar naquela escola. Sonhava em usar lentes de contato, pois sua vida inteira até ali só usava óculos, e tinha horas que atrapalhava bastante, como sair e não poder colocar uma maquiagem bonita sem ser escondida ou fazer educação física, que sempre tinha que tirar os óculos para não quebrar. Sonhava em ter um notebook, de preferência com internet para carregar ele para todo lugar e ter um computador só seu, sem ninguém para ficar colocando regras. Sonhava em conhecer pessoas novas, uma meta de mais de 100 amigos em menos de um ano, já que não existe coisa melhor do que ter amigos sempre por perto. Sonhava em quebrar sua meta em ler livros. Sonhava em poder sorrir todos os dias se tivesse pelo menos um dos seus desejos realizados...
Mas, uma coisa estranha aconteceu. Ela dormiu, e dormiu. E, quando acordou, estava em um quarto que não era o seu de costume. Saiu, e viu que aquela cidade não era a sua. Olhou para o que estava vestido, e estava com o uniforme da escola que sempre sonhou em estudar. Correu de volta para o quarto e, seu notebook com a internet estava ali, chegavam até brilhar, e ainda ganhou uma companheira de quarto maravilhosa. Foi para a escola, e mais de 100 pessoas paravam para conversar com ela, abraçavam-na. Numa sexta-feira voltou para casa, e quando olhou para sua prateleira havia 23 livros, todos lidos, chegavam até estarem amassados de tanto serem lidos...
Ela não estava acreditando que aquilo tudo havia se realizado, em menos de 1 ano. Podia jurar que estava sonhando, e sorriu, e chorou, e ajoelhou agradecendo aos céus por aquilo... Aquela menina? Ah, aquela menina sou eu, e essa é a minha história. Sei que já escrevi inúmeras vezes sobre isso neste blog, mas eu ainda não acredito que tudo isso aqui é real, às vezes ainda dá pra perceber que isso é apenas um sonho, um sonho eterno. Um sonho realizado.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Se eu fosse você eu correria mais riscos. Eu viveria cada segundo da vida. Eu amaria todos mesmo sabendo que nem todos vão retribuir esse amor. Eu riria de qualquer coisa boba. Eu abraçaria todos os dias os amigos. Eu diria tudo que viesse à cabeça. Eu sonharia mais. Eu pisaria no desconhecido. Eu gritaria bem alto. Eu ouviria música todos os dias. Eu acordaria sorrindo. Eu faria dos erros, corretos. Eu cantaria letras de músicas completamente errados. Eu faria alguém rir ou sorrir de alguma coisa que eu falaria. Eu acordaria alguém com cosquinhas, ou pulando em cima da cama. Eu me olharia no espelho e me acharia bonita. Eu olharia para trás e veria que tudo aquilo já passou. Eu olharia pra frente e caminharia de cabeça erguida. Eu não teria medo. Eu me apaixonaria por alguém. Eu faria tantos amigos que quando eu estivesse quieta eles viriam falar comigo pra saber o que aconteceu. Eu olharia a minha volta e refletiria no que eu poderia fazer para ser melhor... Se eu fosse você eu faria tudo isso... Ainda bem que eu não sou, e faço tudo isso.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
E amanheça mais forte...
Hoje quero a fruta inteira E da fruta tiro a polpa... da puta tiro a roupa Da luta não me retiro
Me atiro do alto e que me atirem no peito Da luta não me retiro... Todo dia de manhã é nostalgia das besteiras que fizemos ontem...
(De Ontem Em Diante - O Teatro Mágico)

segunda-feira, 16 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
"Seria possivel que um cachorro pudesse mostrar aos seres humanos o que realmente importava na vida? Eu acreditava que sim. Lealdade. Coragem. Devoção. Simplicidade. Alegria. E também as coisas que não tinham importância. Um cão não precisa de carros modernos, palacetes ou roupas de grife. Símbolos de status não significam nada para ele. Um pedaço de madeira encontrado na praia serve. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Um cão não se importa se você é rico ou pobre, educado ou analfabeto, inteligente ou burro. Se você lhe der seu coração, ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não. Marley me ensinou a viver cada dia com alegria e exuberância desenfreadas, aproveitar cada momento e seguir o que diz o coração. Ele me ensinou a apreciar coisas simples e enquanto envelhecia e adoecia, ensinou-me a manter o otimismo diante da adversidade. Principalmente, ele me ensinou sobre a amizade e o altruísmo e, acima de tudo, sobre lealdade incondicional. tivemos de enfrentar essa decisão cinco meses antes , e já havíamos feito a escolha mais difícil. [..] ele estava inconsciente sobre uma mana no chão, tomando soro pela pata. Ajoelhei-me e passei os dedos por seu pêlo, do jeito que ele gostava. [..] queria que ele soubesse de algumas coisas. -Sabe todas aquelas coisas que sempre falamos sobre voce? - sussurrei - que você era um saco? não acredite nisso. não acredite nem por um minuto, Marley. Ele precisava saber disso e algo mais também. Havia algo que eu nunca lhe dissera, que nunca ninguém lhe disse. queria que ele ouvisse antes de morrer: - Marley - eu disse -, você é um grande cachorro. "
(Marley e Eu, John Grogan)
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Vítor, Kaique, Wanessa, Maria Antônia, Erik, Letícia, Ana Flávia, Mariana, Lucas, Pedro, Diogo, Pablo, Joselaine, Naemi, Raphaella, Tamara, Vinícius, Brendon, Gustavo, Matheus, Ivan, Willian's, Ananda, Rafael, Charles, e muitos&muitos outros.
domingo, 1 de novembro de 2009
sábado, 31 de outubro de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Ser Louco É Ser Normal
domingo, 18 de outubro de 2009
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Eu quero te abraçar bem forte e levar sua dor pra bem longe
Eu guardo sua foto, e eu sei que ela me ajuda bastante
Quero te abraçar bem forte e roubar sua dor
Porque eu fico em pedaços quando estou solitário
E eu não me sinto bem quando você vai embora
Você se foi pra longe, e não nos sente mais aqui
O pior já passou e nós podemos respirar de novo
Eu quero te abraçar bem forte, e mandar minha dor pra longe
Há muita coisa deixada de aprender, e ninguém contra quem lutar
Eu quero te abraçar bem forte e roubar sua dor
Infelizmente a sociedade no geral não está preparada para os conflitos e resultados que suas ações oferecem. Já não se está criando cidadãos, mas máquinas que aceitam tudo e seguem o que lhes é fornecido, sem questionar ou avaliar a situação. Apesar de cientes, cometem o mesmo erro inúmeras vezes, lamentam das consequencias, mas não sabem como encará-lo nem resolvê-lo, acabam deixando de lado e até mesmo desistindo de ao menos tentar concertá-lo. É preciso estimular os indivíduos a se prepararem para o futuro, para que não abaixem a cabeça em qualquer situação que não seja fácil, afinal, nas escolas tudo está virando "decoreba", e, o que era pra ser uma coisa "divertida" e interessante para levarmos a vida inteira, só é gravada para fazer a prova e pronto, já se esquece no dia seguinte. O mundo está cada vez mais difícil de enfrentar, as pessoas são medíocres e individualistas, se acham tão capazes que, ao se depararem com uma complicação, são meras porcarias, os professores não estão sendo valorizados o suficiente (existem exceções para isso, porque há professores que não respeitam os próprios alunos) e a sociedade está agindo do jeito que quer, sem pensar num futuro próximo, que, apesar de não estar distante, capaz de nem existir do jeito que está indo. Enfim, eu, como cidadã, como estudante, como uma era individualista e orgulhosa, não tento mudar o mundo nem mudar o mundo de outras pessoas, só estou tentando mudar o meu mundo e cuidar da minha vida, para ver se eu consigo crescer como uma pessoa competente e independente para enfrentar sozinha meus medos. E acho que outros poderiam fazer o mesmo, ao invés de tentar cuidar da vida de outras pessoas e de se lamentar que o Brasil está assim e "assado", e cuidar da própria indentidade e tentar concertar o que acha que está errado, tanto fora como dentro do seu mundo. Se cada um fizesse isso, vocês veriam que a Terra seria outra. ps: é, acho que daria uma boa redação *-* hauahauahua. e pensar que essa ideia me veio as 11:30 da noite...